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Quinta-feira, 11 de agosto de 2016.

Cuidados necessários para uma gravidez saudável

A gravidez provoca uma revolução no corpo da mulher, muito antes de a barriguinha despontar. Enquanto o bebê se desenvolve, você precisa, mais do que nunca, cuidar de sua saúde física e mental. Para uma gravidez tranquila são imprescindíveis alguns cuidados, dos quais três são fundamentais: pré-natal, alimentação balanceada e saudável e exercícios físicos com orientação.

O pré-natal deve ser iniciado tão logo a gravidez seja confirmada. O ideal é que você tenha definido um médico ou local para fazer. Se ainda não tem, não perca tempo: procure informações ou indicações e já agende a primeira consulta. Informe-se sobre serviços exclusivos para gestantes no plano de saúde ou no posto médico de sua cidade. O essencial é que não se demore para começar esse acompanhamento.

As consultas de pré-natal geralmente ocorrem mensalmente ou a critério do médico. O Ministério da Saúde recomenda que a grávida faça pelo menos seis consultas durante a gestação. Nessas consultas o médico examina e pesa a gestante, ausculta o coração do bebê com um aparelinho especial, pede e verifica exames (como os de sangue e ultrassons), por exemplo. É importante que você leve todas as dúvidas nestas consultas.

É possível também que o médico a oriente quanto aos cuidados com a alimentação ou que a encaminhe a uma nutricionista. E esse é um ponto muito importante: se você não tem uma alimentação saudável, a partir de agora deve começar a ter. Uma alimentação equilibrada vai fornecer os nutrientes que ajudarão o bebê se desenvolver. Além disso, é necessário que você cuide do peso durante a gestação. Engravidar não significa comer por dois! E o ganho de peso excessivo prejudica a sua saúde e a do bebê. Então, cuide-se! Siga as orientações do seu médico, inclua verduras e frutas na dieta, dê preferência aos pães e cereais integrais, evite excesso de açúcar e sal. E nem precisa dizer, né? Fique longe de bebidas alcoólicas!

A prática de atividades físicas é importante para nossa saúde física e mental e durante a gestação não é diferente. Os benefícios vão desde melhorar a disposição e prevenir de doenças, até aumentar as chances de o parto ser normal. Mas é claro que não se pode virar atleta na gravidez! Se você não tem o hábito de se exercitar, deve ir com muita calma na gravidez. Caminhadas diárias podem ser um bom começo. E, para quem já está habituado, muitos médicos recomendam atividades como hidroginástica e ioga. Mas sempre, sempre, sempre com orientação médica e supervisão de um profissional da área.

Pré-natal, alimentação saudável e atividade física são a ordem do dia. Então, cuide-se para aproveitar plenamente esse momento especial de sua vida!

 

Terça-feira, 26 de julho de 2016.

A mala do bebê para a maternidade

Chegou a hora de deixar pronta a malinha do bebê para a maternidade. Abaixo, segue uma lista com os itens necessários.
Lembre-se de lavar todas as roupinhas com antecedência, usando sabão neutro para evitar possíveis alergias na pele sensível do bebê.

  • 5 macacões tamanho RN
  • 5 bodies ou camisas tipo pagão
  • 5 calças com pé (culote/mijão)
  • 1 manta de algodão
  • 1 xale de linha ou lã (dependendo da estação)
  • 1 ou 2 casaquinhos de lã com botões na frente
  • Fraldas de pano para apoiar no ombro ao colocar o bebê para arrotar
  • 6 paninhos de boca
  • 3 pares de meias (se estiver frio)
  • 1 escovinha macia para cabelos)
  • Lembrancinhas
  • Enfeite de porta

Uma dica é arrumar uma troca por dia em saquinhos etiquetados: 1 macacão, 1 body, 1 pagão/mijão e 1 par de meias. Isso facilita muito sua organização no dia a dia da maternidade.

Reserve um macacão bem bonito e com xale para o dia da alta.

Geralmente a maternidade fornece fraldas descartáveis (tamanho RN), creme para prevenção de assadura, lenços umedecidos e outros cuidados de higiene. Verifique se é o caso de levar algum desses itens.

 

Segunda-feira, 18 de julho de 2016.

A mala da mamãe para a maternidade

Além das roupinhas necessárias ao bebê, a gestante também precisa levar alguns itens para a maternidade, como camisolas e lingeries.

Veja a seguir uma listinha do que é indispensável na mala da mamãe:

  • 6 calcinhas – Você pode optar pelas peças que adquiriu na gravidez, pois elas precisam ser confortáveis, independentemente do tipo de parto (normal ou cesárea).
  • 3 sutiãs de amamentação – Preste atenção na numeração: lembre-se de que os seios crescem por conta do leite.
  • 4 pijamas ou camisolas – Use de preferência os com abertura frontal, que facilitam a amamentação.
  • 1 robe – É importante usar essa peça ao sair do quarto ou ao receber visitas. Algumas camisolas já vêm com ele.
  • 2 pares de meias.
  • Chinelo.
  • Escova de cabelo e produtos de higiene (pasta e escova de dente, shampoo, condicionador, desodorante, hidratante).
  • 1 pacote de absorvente – Mesmo que a maternidade forneça, é bom levar um pacote noturno.
  • Absorvente para seios – Eles oferecem conforto e proteção após as mamadas.
  • Maquiagem básica – Você pode querer passar um batonzinho na hora das fotos, né?!
  • Máquina fotográfica com pilha e celular com carregador.

Você ainda tem dúvidas sobre o que levar para o bebê? Não se preocupe! Trataremos disso no próximo texto.

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Terça-feira, 5 de julho de 2016.

Macacão: em alta há décadas

Entra ano e sai ano, o macacão segue forte como uma das peças básicas no guarda-roupa das mulheres, tanto para ser usado no verão, quanto no inverno.
​Confortável, prático, despojado ou elegante; no trabalho, no fim de semana, nas festas... Se você ainda não tem essa peça, a gravidez é o momento ideal para adquiri-la! Lembrando que o macacão veste bem em qualquer corpo, pois alonga a silhueta. Além disso, pode ser usado durante a amamentação e mesmo depois, com cintos e ajustes.

Mas você conhece a história dessa peça de roupa?

O macacão surgiu em 1792, no universo masculino, como uniforme dos trabalhadores da construção civil. A partir de 1891, começou a ser usado por outras classes trabalhadoras. Foi durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, quando as mulheres passaram a ocupar grande parte do quadro de funcionários das fábricas, que essa peça entrou no guarda-roupa feminino.

O macacão passou a ser visto como roupa infantil em idos de 1930, quando se percebeu a praticidade e o conforto que ele oferecia às crianças. Finalmente, nos anos 1960 a peça atingiu o mercado da moda. Desde então, o macacão ou “jardineira”, como também é conhecido, têm sido reinventado e se tornado popular entre todas as idades.

O modelo jeans foi um ícone nos anos 70 e tem se mantido em alta até os dias atuais.

E como usá-lo?

Como ele é um a peça curinga no guarda-roupa da gestante, pode ser usado durante o dia com sandália baixa e poucos acessórios, ou à noite, em uma produção mais caprichada, com lenços, cinto e sapato de salto.

Para a gestante, os modelos são muitos, do mais básico ao mais sofisticado, do curto ao longo. Há também o detalhe do busto: ele torna a peça prática e funcional na hora de amamentar.

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Quarta-feira, 22 de junho de 2016.

O retorno ao trabalho após o fim da licença-maternidade. E agora?

A volta ao trabalho pode ser motivo de muito estresse e ansiedade para as mamães recentes. Isso é natural! Muitas mulheres sofrem ao pensar nesse momento de “separação”, depois de meses de dedicação e convivência com o bebê. E mesmo aquelas que contam com uma boa rede de apoio para cuidar da criança (familiares, babá de confiança ou escolinha renomada) sentem-se angustiadas e, por vezes, culpadas ao deixar o filho para trabalhar. 

Há um ditado que diz que a culpa nasce com a mãe. Em muitos casos, é a mais pura verdade. Nos sentimos culpadas por não sermos as supermães perfeitas que aparecem nos comerciais de TV e nas reportagens de revistas. E com certeza uma das maiores culpas sentidas advém do retorno ao trabalho. 

Inegavelmente, a permanência da mãe com o bebê é fundamental para o bom desenvolvimento da criança, sobretudo nos primeiros 6 meses de vida, quando, entre outras necessidades, há a questão do aleitamento materno. 

Nesse período, há mulheres que optam por dar um intervalo na carreira a fim de dedicar-se aos cuidados dos filhos. No entanto, grande parte das mulheres parte para a dupla ou tripla jornada. O segredo para encarar com serenidade esse momento? Preparar-se com antecedência. Veja alguns passos a seguir com o fim da licença: 

Escolher quem cuidará do bebê

Berçário, babá, avó... Cada uma dessas opções tem suas vantagens e desvantagens. É preciso encontrar o que é melhor para o seu caso. Essa escolha precisa deixá-la segura e confiante. Somente com a certeza de que seu filho está sendo bem cuidado, você conseguirá trabalhar tranquilamente. 

Adaptar-se à nova rotina 

Procure adaptar-se com o bebê à nova rotina antes de estarem inseridos nela, ou seja, o bebê deve iniciar uma adaptação com a pessoa que irá cuidar dele alguns dias antes de você retornar ao trabalho. Essa é uma boa forma de você também ir se acostumando a estar longe dele por algumas horas. 

Dividir tarefas 

Mesmo que você consiga dar conta de tudo, é importante dividir com o companheiro ou alguém da família as tarefas que envolvem cuidados com o bebê. Procure também inserir em sua vida facilidades que irão aumentar seu tempo livre: compras pela internet, entregas delivery, manicure em casa... 

Manter a amamentação 

Você não precisa parar de amamentar seu filho ao voltar ao trabalho. A lei brasileira concede, até o bebê fazer 6 meses, dois intervalos de meia hora cada durante a jornada de trabalho, especificamente para as mamadas. Se trabalha perto, é possível sair do trabalho para amamentar. Você pode também tirar o leite (manualmente ou com bombinha), armazená-lo adequadamente e dar ao bebê na mamadeira. Converse com o pediatra; ele poderá orientá-la a esse respeito. 

Por fim, em vez de se afundar em tristeza e culpa, pense nos momentos felizes que você terá com o bebê. Procure passar horas de qualidade com ele, longe da televisão e do celular. Brinque, cante musiquinhas, coloque-o para dormir, dê muito carinho. De todo jeito, ele vai amar você.

 

Terça-feira, 14 de junho de 2016.

Tendências de moda para a estação mais charmosa do ano
Quem gosta de estar na moda e acompanha as tendências com certeza vai concordar que o inverno é a estação mais chique e fashion do ano! Para compor looks incríveis, há opções de roupas para grávidas que seguem a tendência da estação. Acessórios como gorros, luvas e botas ajudam a incrementar o visual – e a aquecer!

Veja a seguir o que é tendência para o outono/inverno 2016.

Animal print

A estampa animal (animal print) já foi sinônimo de cafona. No entanto, retornou ao guarda-roupa fashion há um tempo e nunca mais saiu. A cada temporada da moda ela se renova com variações de cor ou de recursos gráficos. Portanto, os looks de oncinha, zebra e cobra continuam sendo tendência neste inverno. A dica é combinar a estampa com uma peça nude ou preta. Aliás, nude continua em alta nesta estação.

Vestido preto

O pretinho básico é o curinga no guarda-roupa de toda mulher. No outono/inverno ele aparece na versão mídi ou longo. Um vestido preto é sempre um ótimo investimento, pois ele estará presente em todos os tipos de festas neste e nos próximos invernos!

Anos 70 e 80

As tendências dos anos 70 e 80 continuam neste inverno. Vestidos com estampa de flores, gola rulê, ombros marcados, assim como estampas com estilo tribal e étnico vão esquentar os dias frios do outono/inverno.

Calças jeans: flare e skinny

Dentro da tendência da moda retrô, a calça jeans flare caiu no gosto das brasileiras e segue em alta na estação. O modelo flare é uma releitura da calça boca de sino dos anos 70.

A calça skinny também continua presente na estação. Seu modelo mais justo permite que seja usada com botas de cano curto ou longo, conferindo charme e um toque de ousadia ao visual.

Sobretudos e capas

Nesta estação, os sobretudos e capas aparecerão em versões mais compridas, quase tocando o chão.

Sentir-se bonita e bem vestida é desejo de grande parte das mulheres, mas não se pode abrir mão do conforto e do bem-estar; por isso, é importante investir em roupas exclusivas para gestante. 

 

Quinta-feira, 02 de junho de 2016.

Estrias na Gravidez

As estrias atingem a maioria das mulheres durante a gestação e, além de ocorrerem por questões hormonais e hereditárias, também podem ser resultado do aumento de peso e da má alimentação. Por esse motivo, a principal dica para evitá-las é manter o peso adequado durante a gravidez e seguir uma dieta adequada e balanceada, de acordo com as orientações do obstetra e/ou da nutricionista.

É importante também manter a pele hidratada, utilizando sabonetes neutros e cremes ou óleos recomendados pelo obstetra ou dermatologista, uma vez que nem todos os produtos são indicados para gestante. Barriga, seios, flancos, coxas e glúteos são as áreas mais propícias ao aparecimento de estrias; portanto, reforce a hidratação nelas!

A escolha de lingeries adequadas também é muito importante para prevenir tanto problemas de circulação quanto estrias no pós-parto. O ideal é evitar calcinhas tipo tanga e sutiãs com bojo e escolher peças próprias para gestantes.

Se as estrias incomodarem muito depois da gravidez, há diversos tratamentos para suavizá-las. Um dermatologista pode fornecer todas as orientações sobre os tratamentos possíveis – desde os à base de ácido retinoico, por exemplo, até os modernos tratamentos a laser.

Mas nunca se esqueça: é extremamente importante aprender a amar nosso corpo com as marcas e história que ele carrega!

 

Quarta-feira, 25 de maio de 2016.

Como e quando escolher o pediatra de seu filho

Uma das decisões que os pais precisam tomar ainda durante a gravidez é a escolha do pediatra, o médico que os ajudará a cuidar da saúde da criança desde os seus primeiros dias de vida.

Há diversos fatores que devem ser levados em conta nessa escolha, mas a primeira pergunta é: qual o melhor momento para começar a busca? Com certeza, o pediatra já deve ter sido escolhido antes do nascimento do bebê. O ideal é que a busca comece ainda nos primeiros meses de gravidez, para que a mamãe não precise ter essa preocupação quando estiver no final da gestação ou, ainda, quando já estiver em casa com o bebê.

E quanto à escolha do melhor profissional? Caso os pais não tenham em vista nenhum médico de confiança, o ideal é que peçam indicação aos familiares ou amigos próximos que já são pais e que possuam estilo de vida e forma de pensar próximos a eles. Outra opção é perguntar a um médico de confiança. O obstetra ou o ginecologista que já acompanha a mamãe do bebê pode auxiliar oferecendo indicações de conhecidos.

Os pais também podem pesquisar médicos na internet ou no guia do convênio. Muitos profissionais disponibilizam seus currículos na rede, o que facilita a busca de informações a respeito do pediatra. Antes de decidir, verifiquem se o médico faz parte da Sociedade Brasileira de Pediatria e agendem uma consulta anterior à chegada do bebê.

É muito importante conhecer o profissional com certa antecedência, assim é possível avaliar o consultório e tirar dúvidas quanto aos cuidados com o recém-nascido, amamentação etc.
Um consultório perto de casa facilita muito a vida dos papais. É interessante checar a disponibilidade do médico: se ele atende emergências, se fornece celular ou outra forma de contato imediato, se costuma indicar um substituto quando tira férias etc.

Após definir quem será o pediatra, a primeira consulta deve ser agendada para os primeiros dias de nascimento do bebê. Uma boa dica é anotar todas as dúvidas que forem surgindo durante esses primeiros dias de vida do bebê.

Para os pais terem certeza de que fizeram a escolha certa, basta se perguntar se saíram da consulta confiantes, com todas as dúvidas sanadas, se o médico se mostrou paciente e carinhoso com o bebê.

 

terça-feira, 17 de maio de 2016.

Guarda-roupa da gestante: com que roupa eu vou?

Por mais que amemos nosso guarda-roupa, inevitavelmente teremos que deixar de lado algumas peças e adquirir outras durante a gestação. Mas isso não é motivo para pânico! É possível compor um guarda-roupa bonito, prático e com roupas exclusivas para gestante que, ao final da gravidez, podem ser adaptadas para se usar normalmente.

Vamos conferir algumas dicas para compor o guarda-roupa da futura mamãe?

O primeiro ponto que nenhuma grávida pode deixar de lado ao pensar em roupa é conforto. Deve-se sempre buscar looks confortáveis e próprios para gestantes.

Amamos jeans, pois ele é uma peça essencial que facilita a criação de vários looks, desde o mais básico até o mais sofisticado. Os modelos para gestantes possuem cós alto, aquela faixa elástica na cintura que protege e se adapta ao tamanho da barriga, dando conforto e segurança. Escolha aqueles que possam ser usados durante toda a gestação e no no pós-parto. Entre os diversos modelos, você pode escolher o de sua preferência: reto, skinny, cigarrete, flare...

Outro modelo de calça que faz muito sucesso é a legging. Considerada um clássico no guarda-roupa de qualquer grávida, é amada pela sua elasticidade e conforto. Além disso, também pode ser usada facilmente depois da gravidez. Fica linda com bata!

E por falar em bata, ela é fundamental ao guarda-roupa das gestantes. Por seu corte amplo, é possível usá-la durante toda a gravidez e incorporá-la ao guarda-roupa posteriormente, pois sua modelagem não influencia no tamanho da barriga. Uma peça que está sempre na moda!

Os vestidos também não podem faltar na composição do look da futura mamãe, pois ficam lindos à medida que a barriga vai crescendo. Há modelos que podem ser usados em festas e ocasiões formais. Depois da gestação, o vestido pode ser usado com um cinto para definir sua silhueta.

Macacões são peças que as grávidas fashionistas adoram. Eles valorizam a barriga e alongam a silhueta. Podem ser usados no dia a dia e também em ocasiões especias, como em casamentos ou no próprio chá de bebê. Os modelos curtos são ótimas opções para os dias quentes.

Não podemos esquecer ainda das roupas íntimas. Essas devem ser exclusivas para grávidas por conta do conforto. As calcinhas para grávidas devem ter a cintura mais alta e com elástico confortável, e os sutiãs devem ser bem elaborados, pois os seios ficam maiores.

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sexta-feira, 13 de maio de 2016.

Os desafios de sentir-se bem durante a gravidez

Assim que a barriguinha despontou em meu corpo e a cintura me disse “adeus”, estar bem vestida na gravidez sem precisar investir muito dinheiro em roupas e dispor de tempo e disposição para sair às compras tornaram-se dois grandes desafios.

Na busca por roupas que me deixassem confortável e bem vestida, procurei algumas lojas especializadas em moda gestante, mas sempre desistia da compra em vista dos preços exorbitantes que encontrava.

A solução foi a compra de roupas não muito charmosas, garimpadas a muito custo em lojas de departamento ou de moda pluz size.

Embora nesse período mágico da vida de uma mulher as preocupações principais girem em torno do parto, nascimento e cuidados com o recém-nascido, continuamos com nossas atividades rotineiras, nossos compromissos sociais, trabalho etc.

Não que, durante minha gravidez, eu não tenha investido dinheiro em roupas bonitas e de qualidade. Em ocasiões que exigiam roupas elegantes e formais, como jantares e casamentos, me esforcei para estar bem vestida e me sentindo bonita. Digo que me esforcei por dois motivos: não há muitas opções de lojas para gestante dependendo de sua cidade e, ao encontrar uma loja, não significa que haverá roupas bonitas lá. Encontrei o que queria e precisava em lojas de gestante. No entanto, embora tenha ficado feliz com os modelos escolhidos, a experiência não foi agradável por conta da cansativa jornada, das horas que passei perambulando pela cidade já nos avançados 6 meses de gravidez.

Na época, comprar virtualmente não fazia parte de meu cotidiano. Não tinha esse hábito, acreditava ser algo pouco seguro e complicado.

Meu bebê nasceu, lindo e saudável, e, com ele, as muitas obrigações que todas as mães e futuras mamães já devem imaginar. Trabalhando parte do dia e cuidando do bebê ao chegar em casa, o tempo que já era curto tornou-se então mais escasso. Foi assim que aderi ao mundo virtual: do mercado à compra de roupas para o bebê, passei a adquirir praticamente tudo virtualmente, recebendo tudo em casa, de forma prática e cômoda.

Foi então que me dei conta de como minha vida de grávida teria sido mais fácil se eu tivesse tido acesso a um site que me fornecesse roupas bonitas, de boa qualidade e acessíveis. Roupas que eu pudesse usar no trabalho e nas festas, em todas as fases da gravidez e pós-parto.

E foi assim que nasceu o site Gestante Fashion: ao perceber uma necessidade real que muitas mulheres enfrentam, decidi criar uma loja virtual, onde as futuras mamães pudessem se manter na moda, comprando roupas lindas e confortáveis e recebendo-as comodamente em casa, sem o estresse e o cansaço de percorrer a cidade em busca delas.

Este blog foi criado para dividirmos experiências sobre a maternidade e tudo que gira em torno dela. Assuntos que possam ser úteis às futuras mamães e às mamães recentes estarão sempre em pauta.